quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TABI

 Tabi-instalações de pessoal
Idem
 Ringue de basquetebol
 Refeitório e instalações de pessoal
 Instalações dos trabalhadores bailundos
 Idem
 Montes do dem-dem, para o fabrico de óleo de palma
 Mais dem-dem
 Plantação de palmeiras, delas se extrai o dem-dem para o fabrico de óleo de palma
 Pôr do Sol
 Rio que atravessa a fazenda Tabi
 Laranjal
 Mata


 Plantação de bananeiras
 Idem
 Idem
 Idem
 Vacaria e bananeiras
O Ferreira a fazer segurança aos hélios.

4 comentários:

  1. Fazenda TÁBI, onde a companhia 2310 passou 10 meses em beleza, lindas recordações, desde praia , caça, fruta com fartura, mas no entanto, sempre com um olho no burro e outro no cigano, (como diz o ditado) tivemos um ataque na horta Marques, um pelotão que estava destacado, talvez um dos mais perigosos, depois na passagem de ano de 69-70 também fomos convidados, mas não passou de uma brincadeira, já tínhamos terminado a comissão, a esperteza de um civil que deitou fogo a carrinha e apareceu todo esfarrapado dizendo que tinha sido atacado pelos turras, foi preparada uma operação, penso que não foi só a 2310 que entrou, ao cabo de 3 dias mandaram-nos regressar ao quartel, afinal não foram os turras que atacaram o civil, a PIDE informou que foi ele que deitou fogo a carrinha para receber do seguro. Faço ideia.. foi mais ou menos a história que eu tenho na lembrança da passagem pela fazenda Tábi, Se algum colega se lembrar de mais alguma coisa, tenho a certeza que o Catalo não leva a mal que o publique. Deixo um abraço a todos os colegas do Bat. 2833 e faço um aviso ao meu amigo Afonso que é o organizador do nosso próximo convívio, vá pensando nisso...

    ResponderEliminar
  2. Como sempre, é muito agradável receber o seu apoio e o incentivo a todos os camaradas.Obrigado amigo

    ResponderEliminar
  3. Como disse no comentário acima, - passamos 10 meses em beleza - eu vou citar uma passagem engraçada. Nos nossos passeios pela praia, penso que era muito perto das salinas do Capulo, havia a praia mar, um grande areal e logo a seguir um lago de água doce e do lado oposto ao mar era mata, quando descíamos em direção a praia, viam-se os crocodilos na areia junto ao lago que com a nossa aproximação se metiam na água. O nosso Rochinha como nós carinhosamente lhe chamávamos ( ex.alferes Rocha ) entre nós não existiam galões, foi sempre um grande amigo dos seus soldados, diz-nos assim: Vamos apanhar um crocodilo, eu vou falar com o mecânico para nos fazer um enzol de uma verga de ferro, preso com um cabo de aço a uma árvore com pedaço de carne ele vai ficar, Dito e feito - Foi o próprio mecânico que fez o enzol que foi connosco colocar a armadilha tal e qual como tínhamos falado, esse mecânico nunca o vi nos convívios, mas penso que se chamava Castro, era assim de pouco corpo, mas muito ágil, Voltamos no dia seguinte para tirar o crocodilo, e qual não foi o nosso espanto ao ver que o enzol não tinha carne nenhuma presa e estava completamente direito ! Parece impossível, mas foi real, a força que o animal não teria feito para endireitar a verga de ferro!
    Caros amigos e ex.colegas do bat. 2833 , desta passagem só o pelotão do ex.aferes Rocha é que sabe e eu escrevo porque gosto de escrever e sei que muitos dos meus ex.colegas vão passar um bocadinho a ler e ajudar-lhe a passar o tempo o que é muito útil para a nossa idade de reformados, Tenho mais passagens para contar mas será para a próxima. Um abração grande para todos os ex.colegas do bat. 2833

    ResponderEliminar
  4. No dia 20 de setembro de 1974, perto da ponte sobre o rio Viriua, morreram 10 militares e 2 foram capturados. Um dos capturados foi abatido. Morreram um alferes, três furriéis, um primeiro-cabo e seis soldados da 2ª CCaç do 4613/72.

    ResponderEliminar