
Painel que tenho na minha arrecadação com alguns cartazes e recordações dos almoços e da guerra.


Esta rúbrica tem por finalidade descrever assuntos de interesse geral.
Para começar, vou lembrar o nosso "QUANZA" e duas pessoas que fizeram parte do nosso Batalhão mas que infelizmente já não se encontram entre nós.
Das duas pessoas, uma foi o António Palolo um dos grandes pintores portugueses. Pertenceu à CCS do nosso Batalhão. Embora não tenha nenhuma em poder, ele pintou algumas sementes(de uma árvore africana da qual eu não sei o nome) que eu ofereci a algumas madrinhas de guerra. Nunca tive muita confiança com o António Palolo mas através do meu amigo Manuel Ferreira do Pelotão de Morteiros ele fez o favor de pintar as ditas sementes.
A outra pessoa era o Alferes António Silveira da Companhia de Caçadores 2309 que já depois da nossa chegada publicou um livro cujo título é "Morto em Combate" que segundo alguns eu faço parte das personagens desse livro.



António Palolo é um artista de quem pouco se fala, quase nada se escreve e raramente se expõe. Em Portugal há um vazio de crítica e de história de arte que permite estes exemplos de grandes artistas acerca dos quais pouco ou nada se diz. António Palolo morreu cedo em 2000, com 54 anos e deixou atrás de si uma obra desigual que reflecte o seu carácter insaciável. Artista autodidacta nascido em Évora, pulou a vida toda de fase em fase. A necessidade de experimentar será talvez a característica mais marcante do seu trabalho, que acompanhou diferentes movimentos artísticos, passando do informalismo para a transvanguarda, pela arte-pop, pelo abstraccionismo geométrico até à arte conceptual. Num jogo contínuo que estabelece com o olhar, Palolo propõe um sistema integrado de formas orgânicas com estruturas geométricas. Sem nunca abandonar o seu reconhecido apelo ao sensorial do Homem, ele pretendeu conhecer a arte tanto quanto pretendeu conhecer-se como artista. Os dados e a pintura foram extraídos da NET.
Para começar, vou lembrar o nosso "QUANZA" e duas pessoas que fizeram parte do nosso Batalhão mas que infelizmente já não se encontram entre nós.
O Quanza era um barco aparentemente bom mas infelizmente com falta de condições para o transporte de tantas pessoas. Quem mais sofreu foram os soldados pois estavam instalados nos porões com muita falta de luz e de ar, por isso diariamente havia necessidade de trazer para o convés alguns dos nossos homens para que pudessem apanhar ar e sol, pois se não o fizéssemos corriam riscos de saúde.
Das duas pessoas, uma foi o António Palolo um dos grandes pintores portugueses. Pertenceu à CCS do nosso Batalhão. Embora não tenha nenhuma em poder, ele pintou algumas sementes(de uma árvore africana da qual eu não sei o nome) que eu ofereci a algumas madrinhas de guerra. Nunca tive muita confiança com o António Palolo mas através do meu amigo Manuel Ferreira do Pelotão de Morteiros ele fez o favor de pintar as ditas sementes.
A outra pessoa era o Alferes António Silveira da Companhia de Caçadores 2309 que já depois da nossa chegada publicou um livro cujo título é "Morto em Combate" que segundo alguns eu faço parte das personagens desse livro.



António Palolo é um artista de quem pouco se fala, quase nada se escreve e raramente se expõe. Em Portugal há um vazio de crítica e de história de arte que permite estes exemplos de grandes artistas acerca dos quais pouco ou nada se diz. António Palolo morreu cedo em 2000, com 54 anos e deixou atrás de si uma obra desigual que reflecte o seu carácter insaciável. Artista autodidacta nascido em Évora, pulou a vida toda de fase em fase. A necessidade de experimentar será talvez a característica mais marcante do seu trabalho, que acompanhou diferentes movimentos artísticos, passando do informalismo para a transvanguarda, pela arte-pop, pelo abstraccionismo geométrico até à arte conceptual. Num jogo contínuo que estabelece com o olhar, Palolo propõe um sistema integrado de formas orgânicas com estruturas geométricas. Sem nunca abandonar o seu reconhecido apelo ao sensorial do Homem, ele pretendeu conhecer a arte tanto quanto pretendeu conhecer-se como artista. Os dados e a pintura foram extraídos da NET.
Excelente pintor . È pena em portugal a arte ser um previlegio de alguns. Bom natal e felicidades para si e familia . Abraço Ze Gracio
ResponderEliminarOlá Companheiros e Amigos do Bat. Caç. 2833.
ResponderEliminarTenho, nos últimos tempos dedicado algum tempo
á procuar do livro que o nosso colega Catálo aqui no blog faz referência, e cujo autor é o nosso colega já falecido, Alferes Mil.º António Silveira, da 2309 e tem como título;
" Morto em Combate ", eu tenho comprado e lido muitos livros de todos os géneros, mas estes
relacionados com a guerra colonial, tem despertado em mim muito interesse, daí eu ter procurado por vários lados, no sentido de en-contrar um exemplar e sem exito. Para mais sendo o autor um homem do nosso Batalhão. Devo
dizer-vos que através da Livraria Barata em
Lisboa, foi a minha última tentativa de compra,
onde eles me informaram que o livro estava esgotado, no editor. No entanto pode ser que
ainda existam alguns exemplares à venda, só que não sei onde. Queria aqui pedir a algum colega que possa encontrar este livro, algures,
o favor de me contactar, pois eu estou muito
interessado em o comprar para o ler.
Para todo os colegas do Bat. Caç. 2833,
Um grande Abraço
Nelson Henriques ( C C S )
Sobre o Livro que eu faço referência no Comentário anterior, Titulo, " Morto em Combate ", Autor o nosso colega Alf. Mil.º
ResponderEliminarAntónio Silveira.
Por lapso não indiquei o contacto, que é:
Telm. 919945375
Mais um grande abraço para todos
Nelson Henriques ( C C S )
este ano e no regresso do encontro da Regua passei por Amarante e pude visualisar um quadro do Palolo que la se encontra
ResponderEliminarpossuo o livro Morto em Combate comprei-o mal soube da sua publicaçao lío e guardei-o na minha pequena biblioteca espero em breve voltar a le-lo para recordar locais e temas que não e facil esquecer
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