terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Como deves de imaginar, foi com emoção que cheguei ao Zemba, mas apesar da hora tardia não resisti em ir em frente para sofrer esta desilusão.
Vou-te explicar por partes:
A fotografia (95) foi tirada junto ao monumento e vê-se ao fundo a caserna dos Morteiros que ainda era a única caserna mais ou menos direita.
A fotografia (101) foi tirada em posição inversa, ou seja, tirada no local onde era a caserna do primeiro pelotão, junto da caserna dos Morteiros, vendo-se ao cimo o Monumento e o que resta da capela. Sobre o lado direito, vê-se o sitio onde era o refeitório dos praças mas que já não existe.
Realmente esta era a parada!
Amanhã dou-te as restantes informações,
Um grande abraço Catalo,
João
domingo, 9 de dezembro de 2012
Fotografias tiradas em Zemba, e Santa Eulália há 8 dias e enviadas pelo João Santos ex-camrada da CCS.
Informação do João Santos
Saindo de Mucondo a caminho de Santa Eulália, passámos por dois jovens de motorizada, parece que um tinha ficado sem cano de escape, cumprimentámos e seguimos.
Mais á frente, parámos para tirar umas fotografias e os jovens das motorizadas chegaram e pararam. Pediram para lhes tirar fotografias, eram bastante simpáticos. Tirei as fotografias e aproveitamos para conversar. Quando lhes perguntei de ondem eram disseram que eram do Zemba! Não queria acreditar mas parece que depois da guerra voltaram a ocupar a sanzala que já noutros tempos tinha sido povoada. A pergunta da praxe: Este carro consegue lá chegar? Com alguma relutância disseram que sim. Começou logo o bichinho a morder, sabia que um só carro era perigoso, podia haver uma avaria ou despiste e ninguém mais dava connosco. É certo que tinha telefone de satélite mas não confio muito nele, depois já era um bocado tarde e o meu motorista estava a ficar com medo, se viesse a chuva, dificilmente sairíamos de lá até a picada secar.
Quanto a Santa Eulália, agora é um campo de treino para militares, já não me diz nada, só uns telhados de chapa vermelha ao longe. Não fui lá porque os militares são indivíduos complicados, bebem muito e não lhes podemos dar muita confiança.
Segue na próxima.
Um abraço.
Caros ex-camaradas é com muita satisfação e alguma emoção que publico fotografias tiradas em Zemba cerca de uma semana enviadas pelo nosso ex-camarada João Santos da CCS.
As fotografias não nos dizem muito, pois não se vê nada do que estávamos habituados no entanto pelo o relato do João talvez nos possamos situar melhor.
A seguir o relato João Santos.
As fotografias não nos dizem muito, pois não se vê nada do que estávamos habituados no entanto pelo o relato do João talvez nos possamos situar melhor.
A seguir o relato João Santos.
Catalo.
Como te disse, estava bastante
preocupado com as horas, se eu sabia que conseguia chegar ao Zemba, tinha saído
mais cedo e não teria perdido tanto tempo no caminho e gozava umas horas no
Zemba. Tinha tirado as árvores do Monumento, pedia uns homens na Sanzala e
capinava um pouco a zona do monumento, mas enfim, foi o possível.
No regresso tive de ir visitar o Soba e
caí na asneira de querer tirar uma fotografia com ele e com o Pastor que
tiveram logo de ir vestir a vestimenta empatando-me ainda mais. Saí do Zemba
eram cinco horas menos dez, fiz a picada até Santa Eulália em quarenta e cinco
minutos, ainda parei no caminho para umas fotografias á pressa e comer mais uma
banana que foi o meu almoço e lance ao mesmo tempo. O trajecto mais difícil era
o de Zemba a Santa Eulália, 27 km, mas o de Santa Eulália para o Mucondo também
não era muito bom, o de Mucondo á estrada principal de Luanda para Carmona,
esse já era bom tendo eu atingido por vezes 120 km hora.
Fomos dormir a Carmona e no dia seguinte
tinha duas opções; ou vinha novamente pela estrada do Caxito e visitava
Cambamba, ou ia pelo Negage e vinha a Salazar e daqui para Luanda novamente.
Optei por vir por Salazar, era o dobro dos quilómetros mas foi uma maneira de
aproveitar o eu estar em Carmona para fazer este trajecto, não voltava a ter a
oportunidade de o fazer, para ir a Cambamba, numa das próximas viagens que faça
a Angola, saio do aeroporto e dou um saltinho a Cambamba e depois sigo para o
Lobito ou Nova Lisboa que é onde tenho os meus interesses profissionais.
Em Salazar, ainda procurei um amigo que
esteve muito tempo ao meu lado no hospital Militar de Luanda, mas como não o
localizei, acabei por deixar um pedido durante uns dias na rádio local a ver se
o descobrem. É capaz de estar com dificuldades financeiras e gostaria de o
ajudar, estivemos muito tempo juntos.
E é tudo Catalo, uma experiencia que
podia correr mal mas que felizmente correu tudo bem. Vamos falando, se
entenderes colocar algumas fotografias no Blog podes faze-lo, não tenho o contacto
dos nossos colegas mas se os tiveres, podes enviar os mail se assim o
entenderes.
Nº 107 – Á saída do aquartelamento do
Zemba
Nº 052 – Ponte ao fundo da picada
Nº 108 – Curva onde tive o acidente
Restantes, na Sanzala
Um grande abraço, vamos falando.
sábado, 24 de novembro de 2012
Noite de Natal de 1968, junto á mesa de consoada.Da esquerda para direita estão os furrieis Lima, Barata,Moura(já falecido)Moita da Cruz(da 2309),Filipe Cruz,Silva, Appleton, 1º.Sargento Paulo,2º.Sargento Gonçalves e 1º.Sargento Lopes.todos da CCS
Junto mais duas fotos enviadas pelo nosso ex-camarada Filipe Cruz
Segundo o nosso ex-camarada,é uma coluna a caminho do Zemba. Entre outros estão o furriel Filipe Cruz e o 2º.Sargento Gonçalves e o carpinteiro Malaquias o restantes podem ser identificados através dos comentários que queiram fazer.
domingo, 4 de novembro de 2012
Estas fotografias foram enviadas pelo nosso ex-camarada Furriel Filipe Cruz e foram tiradas numa visita á fábrica de cervejas CUCA em Março de 1968. Da esquerda para a direita estão os ex-furrieis Lima,Patricio,Santiago ex-alferes Matos e depois o Filipe Cruz e o ex-condutor Mendes.
Na foto de baixo estão os ex-Furrieis,Rui Ponte(duma companhia de engenharia que estava na Madureira e é compadre do Catalo) o Cardoso, o Catalo e o Filipe Cruz e foi tirada em Luanda em Julho de 68
Na foto de baixo estão os ex-Furrieis,Rui Ponte(duma companhia de engenharia que estava na Madureira e é compadre do Catalo) o Cardoso, o Catalo e o Filipe Cruz e foi tirada em Luanda em Julho de 68
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